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Literatura
A florescente
tradição literária em Esperanto é reconhecida pelo Clube Internacional PEN de
Escritores, que aceitou a filial de Esperanto em seu 60o. Congresso, em setembro
de 1993. Os autores em Esperanto mais notáveis na atualidade incluem os
romancistas Trevor Steele (Austrália), István Nemere (Hungria) e Spomenka Stimec
(Croácia); os poetas William Auld (Escócia), Mihail Gishpling (Rússia/Israel) e
Abel Montagut (Catalunha); e os ensaístas e tradutores Probal Dashgupta (Índia),
Fernando de Diego (Venezuela) e Kurisu Kei (Japão). Auld foi indicado ao Prêmio Nobel de Literatura em 1999 e em 2000 por suas contribuições à poesia
http://dreamwater.net/esperanto.
Traduções. Entre as traduções literárias editadas nos últimos tempos em
Esperanto estão O Velho e o Mar de Hemingway, O Senhor dos Anéis de Tolkien, Cem
Anos de Solidão de García Márquez, Rubaiyat de Omar Khayyam, O Tambor de Grass,
O Livro das Maravilhas de Marco Polo e a grande saga familiar de Cao Xueqin,
Sonho da Casa Vermelha. Para crianças, ao francês Asterix, ao norte-americano
Urso Puf e ao belga Tintim, todos em Esperanto, reuniram-se o alemão "Struwwelpeter"
(Pedro de Cabelo Espetado) e a sueca Pipi Strumpolonga. Todos os livros do
Muminvalo, do célebre autor finlandês Tove Jansson, bem como a série de Oz, de
L. Frank Baum, estão disponíveis na Internet
http://esperanto.nu/eLibrejo. Há traduções feitas a partir do Esperanto,
como Maskerado, livro editado em Esperanto (1965) e escrito por Tivadar Soros,
pai do investidor George Soros: ele conta a experiência de sua família durante a
ocupação nazista em Budapeste. Esta obra foi editada em inglês na Inglaterra
(2000) e Estados Unidos (2001) e posteriormente também em russo, alemão e turco.
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